História Geral da Medicina e os Sistemas Terapêuticos na Manutenção da Saúde
PROFª. DRª MARIA CÉLIA BORGES DA FONSECA
Qualquer sistema de atenção à saúde é fruto de sua história e existe num determinado contexto cultural, religioso, sócio - econômico, político e social.
A medicina (arte de curar) é praticada sob as mais diversas formas e concepções desde que o ser humano existe. A concepção religiosa considera a mulher como a primeira médica do planeta terra, entendendo que Eva foi a primeira pessoa a utilizar uma planta medicinal - a maçã - para um voluntário normal, Adão. Seus descendentes evoluíram lentamente e em torno de 10.000 a.C. ocorreu a primeira grande revolução do comportamento humano em termos sociais, políticos e econômicos. A medicina até então empírica e instintiva passou a ser exercida segundo conceitos religiosos e mágicos. Sacerdotes-médicos dedicavam-se a tentativa de comunicação com forças sobrenaturais na busca do bem para curar o mal (doença).
Outros registros de práticas curativas combinando religião, empirismo e ciência primitiva são encontrados ao longo da história da humanidade.
A medicina continuou evoluindo de forma lenta e regular nas culturas mais desenvolvidas. Com a Revolução Industrial, o progresso da medicina começou a acelerar-se, bem como todo o aparato tecnológico. Porém a prática médica continua embasada nos princípios da medicina Hipocrática até os dias de hoje.
A Medicina E Os Sistemas De Saúde Nas Civilizações Antigas
MEDICINA PRIMITIVA
Ao iniciar a convivência em grupo, alguns indivíduos assumiram a tarefa de cuidar da saúde dos seus membros, prevenindo e/ou curando as doenças. Magias, amuletos, feitiços e encantamentos eram usados naturalmente nestes processos de cura ou de prevenção.
A medicina popular desenvolveu um conhecimento sobre as ervas medicinais que mais tarde a ciência foi descobrindo o princípio ativo e comprovando o seu uso. A digitalis, a morfina, o quinino e a efedrina são usadas até hoje.
Este conhecimento era transmitido oralmente dentro do grupo e normalmente de pai para filho.
MEDICINA CHINESA
Os antigos chineses atingiram o desenvolvimento social e político nos primórdios da humanidade, enquanto outras civilizações não esboçavam qualquer evolução. Também na medicina adquiriu os mais antigos conhecimentos na área da saúde através de milhares de anos de observação empírica e soma de conhecimentos teóricos. Já conheciam a circulação sangüínea 2.000 anos antes da medicina ocidental, assim como já tinham a noção do corpo, sistema indivisível, e de relações dinâmicas (microcosmo) interagindo com o universo (macrocosmo). A doença era considerada como resultante de diversas causas que conduzem ao desequilíbrio das energias e à desarmonia.
O diagnóstico Chinês era, e ainda é, efetuado através de exaustiva tomada de dados, observação, ausculta e palpação dos pulsos que identifica os desequilíbrios da circulação da energia (CH"l).
Shen Nung, considerado o pai da medicina chinesa, autor da obra "O Herbario" descobriu o uso curativo das plantas, descrevendo mais de 70 venenos, 300 plantas medicinais e centenas de tratamentos médicos.
Li Shih-Chen, após 30 anos de pesquisas farmacológicas, publicou um compêndio de matérias médicas com 1.892 drogas e cerca de 10.000 prescrições.
MEDICINA EGIPCIA
Na civilização egípcia, a criação da ordem, o poder e a razão eram cultuados na figura do FARAÓ ( Deus encarnado). Sua saúde condicionava o bem estar do seu povo e era cuidada nas Casas da Vida (Per- Ankh).
OMHOTEP ( 2.800 a.C.) - sacerdote médico é considerado o pai da medicina egípcia por sua grande força curativa, através das palavras, dos cultos e utilização de plantas medicinais. Combatia a especialização excessiva, entendendo o ser humano como um todo e afirmava:...."quem cuida de partes é apenas parte de um médico".
As informações sobre a medicina Egípcia provém basicamente de dois papiros o de Ebers e o de Smith que foram escritos por volta de 1.600 a.C.. O de Ebers é a compilação de muitas fontes e o de Smith é provavelmente a cópia de textos escritos ao redor de 2.500 a.C.
O papiro de Ebers inclui encantações para doenças específicas e algumas prescrições como óleo de castor como catártico e ácido tânico para queimaduras.
O papiro de Smith incluía procedimentos cirúrgicos ainda hoje pertinentes, como compressões para conter hemorragias. Definia estágios dos sintomas, indicando o que o médico poderia encontrar ao exame, bem como sugeria terapias e dava prognósticos.
No antigo Egito o dinheiro e a mulher, pela ordem eram os principais responsáveis pelas doenças do coração.
MEDICINA MESOPOTÂNICA (Oriente Médio)
Ao redor do ano 2.000 a.C. Amorites unificou as nações e tribos dos vales dos rios Tigre e Eufrates, eles formaram a Babilônia onde a ciência e a cultura floresceram sob o reinado de Hammurabi. Este criou um código que ficou conhecido como o Código de Hammurabi, que se constituía de uma série de leis inscritas num pilar de pedra e que incluía definições de conduta para o médico - como deveria tratar o paciente e o que ele podia fazer, bem como punições para o mau profissional. Exemplo:"... se quebrar um osso de seu patrício, seu osso deve ser quebrado".
A primitiva medicina Hindu era efetuada por princípios mágicos e religiosos.
A Índia ao longo de sua história mantinha intercâmbio com troca de informações com os persas, gregos e chineses. Há relato de avanços na área cirúrgica, particularmente a plástica (rinoplastia) em torno de 2.780 a.C. Por volta de 900 a.C. foi escrito Ayurveda combinando descrições de doenças e informações sobre ervas medicinais.
O primeiro médico hindu conhecido, Charaka viveu em torno de 1.000 a.C. Susruta, outro médico importante, no século V, autor de Susruta Samhita, um dos maiores trabalhos médicos da literatura sânscrita; observou a relação entre os mosquitos e a malária e a peste e os ratos. Conhecia mais de 700 plantas medicinais e descreveu mais de 100 instrumentos cirúrgicos. Tratava de fraturas, removia tumores e pedras dos rins, e realizava cesarianas.
Os hebreus, como os egípcios tiveram grande importância para o mundo moderno, principalmente na história da religião cristã. A Medicina Hebraica era exercida pelos sacerdotes e dominada por princípios teocráticos. No reinado de Salomão foi constituído um "Grupo Hospitalar Rei Salomão", posteriormente desfeito por intervenção do reinado, devido a gasto excessivo de verbas e desvio de recursos públicos. A ênfase à saúde pública e as medidas sanitárias foram as principais contribuições para a posteridade. Estas práticas foram codificadas no Pentateuco e no Talmud, como as prescrições de Moisés.
MEDICINA GREGA
Na Antigüidade grega o processo saúde- doença era considerado essencialmente um fenômeno sobrenatural e estava associado a muitas divindades.
A medicina grega Pré-Hipocrática foi marcada por ASCLEPIO - Deus grego da medicina. Viveu em torno de 1.200 a.C. e acreditava-se que era dotado de grandes poderes na arte de curar.
Nos templos denominados "Asclepions" era exercida a prática dos sacerdotes - médicos, depositários de conhecimentos científicos transmitidos de geração em geração.
O nome Asclépio está etimologicamente ligado ao visgo (usado como panacéia) e o símbolo da Medicina Ocidental é a serpente enrolada em seu bastão.
O símbolo da medicina originou-se na antiga Mesopotânia com duas serpentes sobre os ombros de NINGISHZIDA - "Deus produtor de plantas"; posteriormente uma serpente com duas cabeças enroladas em um cajado, até o reinado de Hammurabi (1.792/ 1.750 a.C.) que simplificou para uma serpente enrolada num cajado, simbologia esta transmitida à civilização grega por Asclépio, oito séculos mais tarde.
HIPÓCRATES
O maior nome da história da medicina. Nasceu na ilha de Cos em 460 a.C, filho de médico, contemporâneo de grandes filósofos (Platão) dramaturgos (Eurípedes) historiadores (Heródoto) entre outros, viveu época privilegiada para levar a medicina ao ponto máximo enquanto arte, ciência e profissão. Para Hipócrates a saúde consistia no equilíbrio entre influências ambientais, formas de viver e vários componentes da natureza, numa clara percepção da inter-relação de corpo, mente e meio ambiente. Acreditava no poder curativo da natureza, cujo papel do médico seria contribuir com as forças da natureza no processo de cura. Faleceu em torno de 370 a.C. Deixou cerca de 70 livros escritos por ele e seus discípulos constituindo o Corpus hippocraticum, bem como, princípios importantes que se perpetuaram na história da medicina, tais como:
- Trabalhar por amor à humanidade, ser sério, discreto, modesto, digno, arrojado, limpo e altruísta.
- Observar criteriosamente (fazendo uso dos órgãos do sentido), tudo que possa estar envolvido no processo saúde-doença estudando o paciente como um todo em lugar de parte.
- Dar ênfase a tratamentos simples, suplementados por dieta e intervenção cirúrgica, quando necessária.
- Manter os aspectos éticos e morais na relação médico e paciente. Até os dias de hoje, nas formaturas de novos profissionais médicos se faz o juramento de Hipócrates.
MEDICINA MEDIEVAL
Período entre queda do Império Romano no século V até o Renascimento do século XV.
A medicina grega dominou a prática da profissão desde 500aC até o ano 500. Posteriormente até 1500 caracterizou a medicina medieval. Sofreu influência dos bárbaros, do cristianismo, da astrologia, houve combinação de diversos sistemas, levando a uma medicina eclética.
Na Arábia a alquimia, considerada pseudo ciência buscava descobrir a relação do homem com o Cosmo. Acreditavam existir relação do Microcosmo com o Macro cosmo. Na busca do elixir para a imortalidade descobriram processos básicos da química como destilação e cristalização, bem como um grande número de produtos e medicamentos.
Rhazes (860 a 930) médico e professor, escreveu mais de 200 livros e a distinção entre Varíola e Sarampo.
O Hospital Mansur no Cairo século XIII, foi o primeiro a dar ênfase à ciência, ao ensino e à ação social. Possuía enfermarias separadas para mulheres, crianças, convalescentes e doenças específicas, biblioteca e ambulatório.
Em torno do século XI já se conhecia a circulação sangüínea, que somente no início do século XVII vai ser descrita por William Harvey.
Há relatos de exercício da psicanálise feita por sacerdotes interpretando sonhos.
Cosme (Médico) e Damião (Farmacêutico), após se tornarem cristãos praticavam gratuitamente a medicina. Foram torturados e decapitados no ano 303, por colegas ciumentos.
MEDICINA OCIDENTAL - (Medicina Alopática)
O grande progresso da medicina começou com a Revolução Industrial, bem como das áreas afins, farmacologia, equipamentos e insumos. Embora a prática médica de hoje seja embasada nos princípios de Hipócrates, recebeu forte influência do paradigma cartesiano refletindo na ciência e na estrutura do atual sistema biomédico .
No processo histórico, que apresentava a prática médica associada aos cuidados com a família e portanto como prerrogativa da mulher, houve uma longa luta pela conquista do poder que levou esta atividade para uma elite profissional masculina, com a apropriação de um conhecimento popular e o desenvolvimento de uma linguagem sofisticada e hermética.
O avanço da moderna medicina científica começou no século XIX com os grandes progressos feitos pela biologia. As descobertas de Pasteur, associando um microorganismo específico a uma determinada doença, foram fundamentais para o estabelecimento da Teoria Microbiana da Doença.
A doutrina da etiologia específica promoveu a transferência gradualmente da atenção dos médicos do doente para a doença. A medicina do século XX caracteriza-se pela progressão da biologia até o nível molecular, passando a ser a base científica da medicina.
A descoberta das vacinas, dos antibióticos, dos hormônios e dos fármacos psicoativos, como tranqüilizantes e sedativos foram grandes marcos da medicina. O desenvolvimento tecnológico, particularmente na área da informática possibilitou grandes avanços na produção de equipamentos médicos altamente sofisticados principalmente para ação diagnóstica. Mas apesar de tudo isto a saúde da população não apresentou melhoras significativas.
A superespecialização da medicina propiciou um conhecimento aprofundado dos mecanismos de desenvolvimento da doença em cada órgão, mas conduziu a perda da percepção do indivíduo como um todo.
Embora se tenha precisão diagnóstica, disponibilidade de recursos terapêuticos, continua-se a adoecer e morrer além do que se poderia esperar com tantos avanços, visto que, a melhoria da qualidade de vida e a percepção do ser humano como um todo de forma holística, ainda é privilégio de poucos.
MEDICINA HOMEOPÁTICA
A homeopatia surge no século XVII como a arte de curar, em contrapartida à medicina ocidental que se caracteriza como ciência das doenças. Fundamenta-se na concepção do ser humano, integrado à natureza como parte do todo, reagindo e interagindo com ele. Situa-se dentro do paradigma bioenergético entendendo a vida como movimento e como energia. Baseia-se em leis naturais fixas e imutáveis de cura e tratamento, mantendo os mesmos princípios nos quais é embasada que são:
. O semelhante cura o semelhante, já anunciado por Hipócrates (460 a.C.) “SIMILA SIMILIBUS CURANTUR”.
. Doses mínimas e dinamizadas (substâncias que em doses altas provocam sintomas, em doses mínimas vão curá-los).
. Medicamento individual.
. Trata-se o doente e não a doença.
Medicina E Sistemas De Saúde No Brasil
Primórdios (1.500 a 1.850) – Após o descobrimento/ Brasil Colônia / primeiros tempos do Império.
Caracterizou-se por:
· práticas da medicina primitiva desenvolvidas pelos indígenas com a utilização de repouso, dieta, calor, plantas medicinais e sangrias,
· reprodução das práticas vigentes na corte das monarquias européias,
· práticas de feiticismo e mágicas exercidas pelos negros
· atuação dos jesuítas ( médicos, enfermeiros e boticários),
Problemas de saúde decorrentes da falta de higiene, epidemias e doenças pestilenciais.
PRÉ - INDUSTRIALIZAÇÃO - ( 1.850 A 1.920)
Final do Império, início da primeira República; formação do Estado Nacional, primeira fase de desenvolvimento capitalista, com base na economia exploradora cafeeira.
Fase de crescimento da classe médica por profissionais graduados em Coimbra, porém insuficientes para a demanda, por isto aumentava também o número de charlatões, persistindo também a medicina indígena e dos negros.
Evolução na área assistencial com a implantação das Santas Casas de Misericórdia. Em 1.808, início do ensino médico no Brasil pela Escola de Cirurgia do Rio de Janeiro.
Problemas De Saúde Predominantes: falta de saneamento, epidemias de cólera, febre amarela, varíola, tuberculose e doenças parasitárias.
1.904 - Diretoria de Saúde - Osvaldo Cruz - ligada ao Ministério da Justiça.
INDUSTRIALIZAÇÃO - (a partir de 1.920)
MEDICINA MODERNA/ ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE SAÚDE.
Ø Federalismo (1920 a 1930) / Estado Novo / Crise Econômica (pós guerra) / Urbanização / Trabalhismo / Industrialização / Investimentos Internacionais pós guerra / Golpe Militar de 1.964 / Crise Econômica em 1.974 / Abertura e Transição Política / Redemocratização, Eleições Diretas / Nova república / Assembléia Nacional Constituinte.
Ø Expansão das especialidades e da tecnologia na área médica segundo modelos copiados da França, Inglaterra e por fim Estados Unidos.
A organização dos serviços públicos de saúde no Brasil neste período passou por diversas fases até chegar ao atual Sistema Único de Saúde. Houve implantação de Institutos de pesquisa (Butantã, Osvaldo Cruz), criação do Conselho Nacional de Pesquisa, implantação, expansão e redução de serviços próprios de saúde; houve proliferação dos serviços privados e dos planos de saúde também. Houve avanços a ponto de se poder orgulhar por vidas salvas através de transplantes, de gerar seres humanos através de inseminação artificial, pesquisa-se a clonagem de seres vivos, porém milhares de brasileiros continuam morrendo por desnutrição, desidratação, picadas de animais peçonhentos e outros suplicando por melhor qualidade de vida e melhores condições de saúde.
VISÃO MECANICISTA DO SER HUMANO
Dos primórdios da humanidade até por volta do século XV, a visão de vida e do mundo da maioria das civilizações baseava-se na razão e na fé, nos princípios estabelecidos por Aristóteles e pela Igreja.
As relações eram orgânicas e caracterizavam-se pela interdependência dos fenômenos materiais e espirituais.
A Revolução Científica nos séculos XVI e XVII que marca o início da passagem da fase agrícola para a fase industrial traz uma nova visão do ser humano funcionando como uma máquina. Esta percepção se embasa nos princípios de Galileu Galilei, que estabeleceu a medição e quantificação da natureza - " A natureza está escrita em símbolos matemáticos", o que pode ser medido, pesado, quantificado concretamente passa a ser valorizado, bem como atributos não quantificáveis como: a beleza, sentimentos, bem estar, passam a não merecer a atenção da ciência.
René Descartes ao afirmar que o conhecimento de nossos pensamentos é o único fato absolutamente certo, na frase "Cogito, ergo sum" (Penso, logo existo) enfraquece a evidência dos sentidos quando comparada ao raciocínio. Na concepção de que o corpo humano é uma máquina criada por Deus e nele habita a alma que sintetiza a substância pensante, define-se a separação entre corpo e mente. Esse pensamento é fortalecido pela matemática Newtoriana que reconhece o universo como um gigantesco sistema mecânico cuja matéria era formada por átomos. Soma-se a esta visão Francis Bacon com seu célebre método indutivo de experimentação, onde as conexões entre os fenômenos e as leis gerais deles resultantes se tornassem manifestas.
É com base nesta visão que se estrutura toda a ciência e o modelo Biomédico de atenção à saúde coletiva e individual, segundo o qual é atribuição da medicina cuidar do corpo e a psicologia cuidar da mente.
Este pensamento fragmentário, vai conduzir à superespecialização, e com isto a perda da percepção do indivíduo como um todo orgânico e menos ainda como um ser que pensa, tem sentimentos, emoções e interage com um universo maior no qual está inserido.
VISÃO HOLÍSTICA DO SER HUMANO
A percepção do indivíduo como unidade indivisível (microcosmo) e de relações dinâmicas de interconexão e interdependência com um universo maior (macrocosmo) é referida desde a Antigüidade e tendo seu berço na civilização chinesa.
Segundo a Teoria Geral dos Sistemas, os organismos vivos são constituídos numa ordem estratificada, que vai desde partícula subatômica, átomo, molécula, tecidos, órgãos, indivíduo, família, bairro, cidade e o infinito.
Cada unidade representa uma individualidade, mas é ao mesmo tempo uma parte do todo de forma vinculada e unificada. "Assim como a parte está no todo, o todo está nas partes” - Priban e outros.
Para designar estes subsistemas, Arthur Koestler criou o termo "holons". Num sistema biológico cada holon deve afirmar a sua individualidade, mas ao mesmo tempo submeter-se às conveniências do todo para tornar viável o sistema. Estas são tendências opostas, mas complementares, são fundamentais para a manutenção do equilíbrio dinâmico do processo.
Esta visão baseia-se na consciência da interdependência e inter-relação essencial em todos os fenômenos - físicos, biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Focaliza a totalidade, o universo como um ser vivo. Nesta concepção o SER HUMANO passa a ser concebido como um ser de relações, primeiro, consigo mesmo, depois com as pessoas com quem convive, com o meio em que vive e com o universo, como parte do todo. As formas como são estabelecidas estas relações podem levar ao equilíbrio, à harmonia, saúde e felicidade ou desarmonia, desequilíbrio gerando stress, estafa, doenças, inseguranças em suas diversas formas, inclusive síndrome do pânico.
A Parapsicologia Científica Independente do Sistema Grisa, através de suas descobertas sobre o poder mental e os mecanismos de funcionamento da mente vem complementar, ampliar e iluminar a visão holística, propiciando um desabrochar de novas dimensões, potencialidades e oportunidades ao ser humano no seu viver, conviver, evoluir, crescer e ser feliz.
PRÁTICAS MÉDICAS
I - ORGANICISTA : CORPO
Sistema Alopático ou Sistema dos Diferentes
Condutas terapêuticas sem relação com a doença hoje consideradas nocivas ao organismo. Exemplo: as sangrias, com o uso das sanguessugas, os eméticos e os catárticos que provocavam os vômitos ou as diarréias " terapêuticas".
Sistema Enantiopático ou Lei dos Contrários
Conhecido na prática por Alopatia, conhecida desde Hipócrates, teve em Galeno (médico Grego - 199 a 129 a . C.) o seu maior defensor.
Utilização de medicamentos sintomáticos: anticonvulsivantes, antiácidos, antitérmicos, medicamentos para elevar ou baixar a pressão arterial, excitantes ou depressores do sistema nervoso.
Sistema Isopático ou Lei da Igualdade
Consiste no tratamento e na prevenção das doenças por meio das próprias causas que as produzem. Incluem-se aí os Soros com efeito curativo,por exemplo, o soro anti – ofídico, e as Vacinas, como anti- sarampo, contra Poliomielite e outras.
Também se consideram aqui os Nosódios, que são medicamentos utilizados pelos homeopatas: Colibacillinum, Streptococcinum, Staphillococcinum e outros.
Terapia de Substituição
Destinada a repor no organismo elementos em falta, como as vitaminas, ou hormônios, como os ovarianos, os tiróideanos e a insulina.
Sistema Médico-Cirúrgico
Faz a correção ou a retirada de órgãos afetados por doença ou acidentes.
Sistema Médico-Biológico
São os tratamentos de combate aos microorganismos: bactericidas, antivirais e fungicidas.
II - VITALISTA: ENERGIA
Medicamentoso: - Homeopatia (Lei dos Semelhantes)
Não Medicamentoso: Acupuntura / Antroposofia/ Do-In / Tai-Chi-Chuam/ Quiroprática/ Terapia Reichiana / Ioga / Bioenergética / Meditação / Cura Psíquica / Imposição das Mãos,
e tantos outros como: Cromoterapia, Musicoterapia, Massagens...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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_________________. Energia e Saúde. Florianópolis: Edipappi, 1994.
BAROLLO, C. R. Aos que Tratam pela Homeopatia. 3. ed. São Paulo: Rumofraf, 1988.
CASTIGLIONE, A. História da Medicina. São Paulo: Nacional, 1947.
COSTA, N.R. Lutas Urbanas e Controle Sanitário. Petrópolis: Vozes, 1986.
GREMA, R. Saúde e Plenitude – Um caminho para o Ser. São Paulo: Summers, 1995.
GRISA, P. A. Liberte Seu Poder Extra. 10.ed. Florianópolis: Edipappi, 1983.
LIMA, D. R. A; SMITHFIELD, R.W. Manual da História da Medicina, Rio de Janeiro: Medic, 1986.
MASSAKO, I. Cem Anos de Saúde e República – A Cidadania Negada. UEP, 1994.
POSSAS, C.A. Saúde e Trabalho, a Crise da Previdência Social. Rio de Janeiro: Graal, 1981.
SANTOS FILHO, L.C. História Geral da Medicina Brasileira. Vol. I e II. São Paulo: Hucitec, 1991.
PRIMORDIOS DA REVOLUÇÃO CIENTÍFICA
MARCOS/ DESCOBERTAS/ PERSONAGENS
DA BUSCA DA SEDE DA ALMA À NEUROCIÊNCIA E MENTE HUMANA
GALENO (123 a 199 d.C)
Médico grego. Sua filosofia dominou a Medicina Européia até o séc. XVII. Sua visão de corpo embasava-se nas idéias de Platão, Aristóteles, na medicina antiga de Hipócrates e suas próprias observações. Para ele a Alma = espíritos se alojavam nos ventrículos do cérebro. Encontrou sustentação para o Trio de Almas de Platão:
Vegetativa: fígado= prazer, desejos.
Vital: coração = paixões, coragem.
Racional: cabeça = inteligência humana.
Sua medicina, após a sua morte foi assumida pelas doutrinas do Cristianismo. Após a queda de Roma (476), a Igreja perdeu contato com as raízes gregas. Sua Medicina se baseava em sangrias, purgações, aplicação de emplastos e remédios extraídos de plantas e animais.
TOMÁS DE AQUINO ( 1224 a 1274)
Teólogo e Filósofo italiano, ajudou a incorporar Aristóteles ao pensamento Cristão Medieval e a criar a filosofia natural . “Alma: forma de vida, substância espiritual, capaz de sobreviver à morte”.
Em 1600 as idéias ocidentais sobre alma mantinham-se nas bases de Galeno. As faculdades da alma circulavam pelos ventrículos cerebrais. Os quatro humores governavam a saúde e os temperamentos:
Fleuma – indolentes, embotados.
Sanguíneo – francos, corajosos, venturosos, crédulos.
Bile Amarela –violentos, invejosos, cruéis, desafortunados.
Bile Negra – tristes, melancólicos, meditativos.
PARACELSO
Philippus Aureolus Theophrastus Bombast Von Hahenheim (1493 –1541)
Médico Suíço. Incorporou a alquimia à Medicina Renascentista e defendeu uma visão mística da vida. Percebia o Cosmo fervilhando de forças espirituais, anjos, bruxos, monstros... Para ele só se podia aprender sobre a natureza através da união divina com a alma da coisa estudada. Como médico, via uma alma em cada órgão. Doenças eram causadas por almas estranhas que invadiam o corpo. Paracelso talvez visse espíritos onde hoje se vê bactérias.
Primeiro médico a ver a especificidade das doenças, podendo ser classificadas e tratadas. Faleceu aos 48 anos sem publicar todos os seus escritos. A Igreja Católica baniu seus livros, o Protestantismo o acusou de bruxaria.
MARIN MERSENNE (1588 a 1648)
Monge parisiense, filósofo naturalista e matemático. Amigo e correspondente de Descartes. “A única chance de sobrevivência da Igreja era caçar a alma da Natureza”.
PIERRE GASSANDI (1592 a 1655)
Filósofo francês. Reviveu a teoria dos átomos de epicuro (alma feita de átomos). Teve influencia profunda sobre Willis na questão da alma. Acreditava numa alma racional, imaterial, porém não totalmente livre da matéria, pelo menos na vida terrestre. Ela se alojava no cérebro e dependia da alma sensitiva portadora das imagens do mundo exterior.
Sra. ILES ( Meados do séc. XVII)
Inglesa, esposa do cônego Thomas Iles. Tida como “uma mulher experiente em medicina e cirurgia” que “promoveu muitas curas”.
Era das mulheres o papel mais importante na Medicina nos arredores de Londres. As mães tinham que resolver a maioria dos problemas de saúde de seus lares. Uma cozinha mais se parecia a uma clínica, contendo agulhas de suturas, boticões, lancetas, etc...
A construção do caso clínico na equipe inter disciplinar
Autor: Mônica Assunção Costa Lima
A palavra clínica sugere o termo kliné que em grego quer dizer leito. O clínico, em sua origem, é justamente aquele que se debruça sobre o leito do paciente para observá-lo.
A clínica médica a primeira a se constituir se funda como uma clínica do olhar, como tão bem demonstrou Foucault no livro O nascimento da Clínica.
Segundo o filósofo, o método clínico instaura uma delimitação no campo da observação e se compõe a partir de dois elementos: o inquérito e o exame, ambos estruturados pela linguagem. Isso significa que em tal método os sintomas estão para a doença assim como os significantes estão para o significado. O olhar do médico intervém para agrupar os sintomas, para estabelecer uma relação entre eles e, finalmente, para deduzir a doença, que é o resultado de uma alteração anatômica ou fisiológica.
Assim, de acordo com Foucault, o método clínico que a medicina inaugura lê os sintomas para reuni-los em quadros, criando, com esta operação, os tipos clínicos. Tal método instaura um discurso sobre a doença que permite constituir, como fatos médicos, elementos que na ausência deste discurso permaneceriam contingentes e desarticulados.
É importante chamar a atenção para o fato de que os elementos que o médico recolhe em seu exame e inquérito são aqueles passíveis de se inscrever em seu campo de saber. A observação no leito do doente visa recolher tudo o que pode ser enunciado nos termos do discurso médico e afastar tudo o que neste campo discursivo não pode ser articulado. A habilidade do médico para manter este discurso sendo avaliada tanto em função do que ele tenha afastado, quanto do que ele tenha sabido reter.
Sabemos que entre os elementos afastados do discurso médico encontram-se aqueles referentes à subjetividade. A objetividade da medicina estando fundada, como bem demonstrou Jean Clavreul, na abolição da subjetividade tanto do médico quanto do doente.
Não introduzo, aqui, nenhuma novidade. Devemos dizer, no entanto, que há muito a experiência da clínica deixou de ser prerrogativa da medicina, tendo sido adotada por várias outras disciplinas tais como a psicanálise, a psicologia, a fisioterapia, a fonoaudiologia, a terapia ocupacional, etc. É preciso acrescentar ainda que estes outros saberes acabaram por introduzir, na prática clínica, novos olhares, invenções e possibilidades.
Neste contexto, cabe-nos então perguntar, o que se tornou a clínica na perspectiva de uma assistência interdisciplinar. E, mais especificamente, para nos aproximarmos do objeto de nossa interrogação nesta mesa: o que seria a construção do caso clínico, no contexto de uma clínica feita por muitos?
A perspectiva da construção do caso clínico que trago hoje para vocês, é perspectiva influenciada pela teoria da psicanálise. Não poderia ser de outro modo, já que esta é minha formação. Buscarei, entretanto, pensar a construção do caso, não no sentido estrito que assume a noção de caso clínico para a psicanálise, mas definindo algumas diretrizes para sua construção num modelo de experiência clínica no qual dialogam diferentes disciplinas e saberes.
Gostaria de começar ressaltando que as diretrizes para a construção do caso, neste modelo, se apóiam na premissa de que, diferentemente do método clínico descrito acima, os sintomas não devem ser tomados exclusivamente como significantes que designam as alterações anatômicas e fisiológicas que constituem a doença, mas como significantes que adquirirem significado apenas quando relacionados com outros significantes do caso. Isso significa admitir a não existência de uma relação unívoca entre o sintoma e a doença, deduzida como seu significado. Supõe a consideração de que, se o sintoma é um sinal, antes de ser o sinal de uma alteração anatômica, ele é o sinal de um sujeito.
Os casos clínicos, muito frequentemente, não são transparentes nem tampouco fornecem, de início, uma lógica evidente. E é justamente o que se apresenta como enigmático no caso o que faz obstáculo para sua resolução que articula a equipe em torno do trabalho da clínica. Trabalho que só se coloca em marcha em função de algum desconforto, que exige a implicação e compromisso dos participantes.
Partindo desta perspectiva, podemos dizer que “A Equipe” não existe antes da constituição deste trabalho. Não existe simplesmente como uma imposição e um laço institucional, pois, pensada deste modo, a equipe nada mais é do que um amontoado de profissionais presos a suas rotinas. A verdadeira equipe só se constituindo em torno da construção de um caso clínico, que exige como conseqüência o trabalho de muitos.
E como se daria este trabalho? Começaremos dizendo que em qualquer atendimento seja ele médico, psicanalítico ou outro a primeira avaliação é feita pelo próprio paciente, que julga, pensa e mede seu sintoma. Isso significa que, salvo algumas exceções, não há paciente a revelia de si mesmo e que o primeiro pedido feito pelo sujeito que tratamos é o de ser admitido como paciente. Esse pedido, como já dissemos, se baseia numa auto-avaliação que deve ser acolhida pelos profissionais que o assistem.
Este é então um primeiro ponto que devemos considerar na construção do caso clínico, qual seja, o fato de que o saber do paciente sobre seu corpo, seus sintomas e sobre sua doença pode e deve contribuir para a construção do saber acerca do próprio caso.
Quando construímos um caso clínico não podemos prescindir da experiência pessoal que o doente faz de sua doença. Não o convidamos a se desprender das interpretações subjetivas sobre o que lhe ocorre. Não excluímos o que o paciente pensa e sente sobre sua patologia e seu corpo.
Conduzir o caso deste modo seria o mesmo que instaurar todo o saber do lado dos profissionais de saúde, enquanto do lado do doente encontraríamos apenas o desejo de curar-se.
Seria o mesmo que usurpar do doente sua doença e seu sofrimento. O mesmo que equiparar a assistência prestada pela equipe a uma função super-egóica sob a qual o paciente deveria curvar-se.
Sendo assim, o primeiro passo para a construção do caso clínico é o de se interessar pelo que o paciente tem a dizer, sabendo que os elementos que ele traz acerca de sua doença, as interpretações que constrói a respeito de seus sintomas vão ser, como já dissemos, parte constituinte do saber construído sobre o caso. Considerando também que a questão que traz o sujeito e sua demanda são centrais e determinarão o percurso de seu tratamento.
O segundo ponto diz respeito ao fato de que a construção do caso clínico, numa equipe interdisciplinar, pressupõe uma renúncia narcísica nos profissionais que a compõem.
Tal renúncia relaciona-se à posição de ignorância que deve ser assumida por cada membro do grupo, e é o efeito da deshierarquização do saber prévio, do saber constituído, dos títulos e dos diplomas. Tudo isso deve ser fortemente relativizado em função da posição de pesquisa e de questionamento que é própria da clínica e que produz, como sua principal conseqüência, a divisão da responsabilidade sobre o caso.
Obviamente, cada profissional de saúde está bem informado sobre a teoria que fundamenta sua disciplina. Quando me refiro à posição de ignorância dos profissionais busco indicar que os saberes em jogo, na equipe interdisciplinar, não devem ter a pretensão de serem completos nem onipotentes. Tampouco devem almejar algum tipo de complementação que vise a constituição de um saber total. Os saberes em jogo na construção do caso clínico devendo funcionar, de preferência, como dissimétricos, produzindo continuamente o giro dos discursos.
Na construção do caso clínico, é importante a preservação de um ponto de não saber. É essencial a manutenção de uma zona de indisciplina dentro das disciplinas que se solidarizam para conduzir o tratamento. A sustentação desta zona de indisciplina não domesticada pelo saber é o que permite, em primeiro lugar, que a verdade sobre o paciente não seja jamais totalizada e, em segundo, que as construções a respeito daquele caso possam ser sempre repensadas e renovadas.
A presença de um vazio no campo do saber é o que possibilita a invenção de novos saberes e soluções. O saber completo é o saber enciclopédico, estagnado e morto e sua renovação só pode se dar quando, na condução do caso, a equipe encontra-se com um ponto de não saber, algo que não pode ser descrito pela enciclopédia de nenhuma das disciplinas.
Neste contexto, ao invés dos profissionais tentarem preencher e obturar seus pontos de ignorância, dá-se lugar à invenção, a uma maneira inédita de se descrever aquilo que inicialmente apresentou-se como uma interrogação, um impasse. E é claro que as invenções na condução do caso podem ser tanto invenções dos profissionais quanto do próprio paciente, quando a equipe é capaz de acolhê-las.
Vejam, então, que a construção do caso implica um saber que não é da ordem de uma teoria universal, totalizadora e normativa. O saber gerado na construção de um caso clínico fundando-se na singularidade do sujeito, pois, a experiência clínica é justamente o lugar onde a teoria se apaga para dar lugar às contingências e idiossincrasias daquele que se apresenta sofrendo diante de nós. A noção de construção do caso clínico exige que a experiência clínica se torne parte constituinte do saber por ela gerado. Ao assumir esta perspectiva, devemos esperar da clínica algo equivalente ao que a ciência espera da experimentação, o que significa preservar a possibilidade de nos deixar surpreender pelas novidades que, aí, possam surgir.
O que se encontra em questão na construção do caso é, na verdade, um processo dialético que pressupõe um contínuo ir e vir entre a teoria e a experiência clínica. Entre a teoria já estabelecida e o saber que podemos extrair da experiência. Digo que é um processo dialético porque, evidentemente, só pode haver algum tipo de orientação e de direcionamento na clínica a partir da referência a um saber já constituído. Deste ponto de vista, temos que admitir que o caso clínico se insere na série dos paradigmas que são admitidos numa determinada comunidade epistêmica, não podendo escapar do confronto com uma certa generalização. Por outro lado, a noção mesma de construção do caso requer que a equipe considere as singularidades encontradas na experiência, como pontos de variação da estrutura já constituída. O singular do caso não é algo dedutível da estrutura
teórica já dada e só pode se tornar um elemento balizador do tratamento se os profissionais de saúde forem capazes de preservar – como já ressaltamos acima as pequenas zonas de indisciplina dentro das disciplinas nas quais foram formados. Se forem capazes de produzir um certo apagamento do saber já instituído com o objetivo de acolher e valorizar os movimentos e as particularidades do sujeito doente que se apresenta, recolhendo inclusive as passagens subjetivas que fazem diferença na direção do tratamento. A construção do caso clínico só podendo acontecer a partir da consideração das pequenas idiossincrasias que vão surgindo ao longo da condução do caso e que devem ser não apenas notadas pela equipe mas, sobretudo, incluídas como elementos de orientação para a condução mesma.
Bibliografia
BASZ, S. Apuntes para la construcción del caso en Psicoanálisis . X Jornadas
Anuales de la EOL
CLAVREUL, J. A ordem médica – poder e impotência do discurso médico . Rio de Janeiro:
Relume Dumará.
FOUCAULT. M. O nascimento da clínica . Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001.
MILLER, JA.
“O método clínico”. In:Lacan elucidado – Palestras no Brasil. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1999.
1. Sou inteligente e sou capaz, tenho coragem e tranqüilidade e me sinto muito bem diante de qualquer situação.
2. Sou inteligente e sou capaz, aprendo facilmente tudo o que preciso, desejo ou quero aprender, para o meu bem e o bem de todos.
3. Tenho memória normal e perfeita, lembro tudo o que preciso, desejo ou quero lembrar, segundo as necessidades de cada momento.
4. Comigo tudo dá sempre certo! Até mesmo quando parecia que tudo estava dando errado.
5. Calma, que com calma tudo se resolve e tudo se consegue!
6. Sou forte e resistente, todo o meu organismo reage perfeitamente bem e me sinto cada vez melhor, melhorando, melhorando e melhorando até me sentir sempre maravilhosamente bem.
7. Tudo está sempre em harmonia em minha vida!
8. Não há problema, há começo de solução; existem dificuldades e obstáculos, desafios estimulando o nosso processo evolutivo.
9. Para cada dificuldade há mil e uma soluções; sempre percebo claramente qual a melhor saída ou solução, diante de qualquer circunstância.
10. Estamos em sintonia permanente com as Leis Cósmicas da Harmonia, da Evolução e da Vibração e com as Leis Naturais de Sobrevivência do Indivíduo, do Ser Único e da Espécie; Leis estabelecidas pelo Criador e elas regem toda nossa vida: nossa mente e nosso corpo, nossa família e nossas atividades, nossa descanso e lazer, nossos pensamentos e sentimentos, nossos sonhos e ideais, nosso país e nosso planeta, bem como todas as nossas iniciativas. Maravilhas estão sempre acontecendo em nossas vidas!
11. Sempre tenho em abundância todo dinheiro necessário para realizar e adquirir tudo o que eu preciso, desejo ou quero, para o meu bem-estar, saúde e felicidade e em benefício de muitas outras pessoas.
12. Tenho um maravilhoso trabalho, sigo um brilhante caminho, presto admirável serviço e recebo magníficas recompensas.
Nova Edição
Temos maravilhosas atividades pessoais, profissionais e sociais;
Seguimos um brilhantíssimo caminho, marcado por sucessos e realizações;
Oferecemos admiráveis contribuições construtivas e Admirabilíssima orientação de vida;
E recebemos estupenda e esplêndidas recompensas em saúde, prosperidade, amor e felicidade.
13. Técnica para reprogramar o Subconsciente durante o sono ou exercício de Relax: durante o sono desta noite (ou “durante o exercício que se segue...”), descubro a causa desta insegurança que me perturbava e encontro à solução definitiva.
14. Ordem expressa para reprogramar o Subconsciente (xingar positivamente): desapareçam, definitivamente e em harmonia, as causas, os sintomas e as conseqüências dessa maldita angustia que me perturbava até aqui! Estou em plena harmonia!
15. Vivencio minha sexualidade em paz e harmonia, com naturalidade e alegria, sou livre, sou capaz e sou feliz.
16. Sou livre e natural, em meus relacionamentos afetivos, sexuais, conjugais e familiares, e sempre estou em harmonia com meus amigos e companheiros de profissão.
17. O Espírito Divino de poder infinito abre agora o caminho da maior abundância, da saúde perfeita e da harmonia completa, do amor total e da plena felicidade, para mim e os meus; sou agora um ímã irresistível a tudo que me pertence por direito divino e para minha realização maior. Sou livre, sou capaz e sou feliz; venço sempre!
18. Em relação à hora de minha concepção, ao período de minha gestação, ao processo de meu nascimento, e também em relação ao sexo com o qual nasci, sou absolutamente inocente! Sim, pois, não fui eu que escolhi tais condições e situações, portanto em relação a esses fatos sou absolutamente inocente! Por isso desfruto agora da alegria de viver co saúde, bem-estar, harmonia e felicidade! Sou livre, sou capaz e sou feliz; Venço Sempre!
19. Eu me amo e me quero bem, eu gosto de mim e sou feliz. As pessoas me amam e me querem bem; as pessoas gostam de mim e nós somos felizes. Eu amo e quero bem as pessoas; eu gosto das pessoas e nós somos felizes. Eu me compreendo e me compreendo cada vez mais; eu compreendo as pessoas e as pessoas me compreendem. Nós nos compreendemos e somos felizes.
20. Afirmo conscientemente que o dinheiro está sempre circulando abundantemente em minha vida e há sempre excedentes divinos a minha disposição.
21. A riqueza está sempre presente em nossas vidas; em jardins, pomares e searas de abundância; em carretas e aviões, trens e navios de fartura; em rios, cascatas e avalanches de dinheiro; em bens móveis e imóveis, urbanos e rurais; e transforma-se em nossas vidas em alegria e bem-estar, saúde e prosperidade, amor e paz, sabedoria e felicidade, irradiando benefícios para inúmeras outras pessoas. Última atualização (Qua, 09 de Junho de 2010 11:21)
O objetivo deste questionário é avaliar o seu índice de paranormalidade nas áreas de SUGESTIONABILIDADE, TELEPATIA, PRÉ-COGNIÇÃO, CLARIVIDÊNCIA, BILOCAÇÃO DE CONSCIÊNCIA E PSICOCINESIA, com o propósito de ajudá-lo a desenvolver seu potencial paranormal, podendo beneficiar você e outras pessoas.
IMPORTANTE:
Este teste – realizado em forma de questionário – baseia-se em informações corretas fornecidas pela pessoa, dependendo destas o resultado mais fidedigno.
ÍNDICE DE PARANORMALIDADE
Neste momento histórico, quando se ensaia a formação do ser humano do novo milênio e da era de Aquário, mais do que nunca, faz-se necessário a investigação científica, objetiva e sistemática da natureza humana. É também imperativo que os resultados alcançados pela Ciência sejam colocados a serviço e benefício do maior número possível de pessoas, a fim de minorar suas dificuldades e ampliar o aproveitamento de seu potencial.
O INSTITUTO DE PARAPSICOLOGIA E POTENCIAL PSÍQUICO LTDA – IPAPPI – SISTEMA GRISA, através de uma série mínima de testes, busca estabelecer o nível de Paranormalidade e Sensitividade. Daí a preocupação do IPAPPI em orientar, nos fundamentos do auto-conhecimento, o maior número de pessoas possível, bem como lançar as bases de uma pesquisa que poderá prestar importantes informações e, até mesmo, orientar as mais variadas atividades sociais, humanas, culturais e econômicas.
Das respostas mais exatas e sinceras, resultará uma avaliação também a mais criteriosa possível.
Lembre-se que você está trabalhando com você mesmo.
RESULTADO DO TESTE DE PARANORMALIDADE
  
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ÁREA DA PARANORMALIDADE
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ÍNDICE
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CLASSIFICAÇÃO
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1 – Teste de Sugestionabilidade
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2 – Capacidade de Comunicação Telepática
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3 – Qualificação Pré-cognitiva
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4 – Capacidade de Claripercipiência
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5 – Bilocação de Consciência
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6 – Capacidade Psicocinética
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ÍNDICE GLOBAL
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SUGESTIONABILIDADE
A Sugestionabilidade é uma capacidade que, como as demais potencialidades paranormais, desencadeia uma forma de energia mental que poderá ser direcionada tanto para o lado negativo quanto para o positivo, produzindo efeitos destrutivos ou construtivos como resultado direto.
Os efeitos negativos mais comuns da sugestionabilidade são os medos, as fobias e a reação incontrolável diante de certas situações. A Síndrome do Pânico é a sua expressão mais forte.
A pessoa com grau significativo de sugestionabilidade deverá canalizar esta potencialidade, usando permanentemente técnicas de auto-sugestão, alcançando, desta forma, os objetivos desejados.
A repetição de pensamentos positivos, o uso de fitas de relaxamento e treinamento mental e a leitura de livros sobre este tema são recursos importantes para manter sempre o entusiasmo pelo positivo e lhe proporcionarão uma vida cada vez mais rica, cultural, intelectual, profissional e espiritualmente.
CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO TELEPÁTICA
Telepatia é a capacidade que os seres humanos têm de comunicarem-se entre si mentalmente, isto é, sem fazer o uso dos órgãos dos sentidos.
Nos fenômenos de telepatia, sempre existe um Transmissor, que é a pessoa que envia a mensagem, e um receptor, que capta ou recebe esta mensagem telepática ou mental, que podem ser idéias, pensamentos, imagens ou sentimentos.
O índice, que resultou destes testes, corresponde a maior ou menor facilidade que você possui no uso da percepção extra-sensorial – PES, no que se refere à comunicação telepática.
Você pode utilizar na prática esta capacidade no sentido de ajudar a si mesmo e a outras pessoas, assumindo uma atitude mental positiva e mais receptiva, bem como mentalizando mensagens de apoio, harmonia, saúde e felicidade para quem você quiser.
Mas lembre-se de que a harmonia é a lei e a ordem do Universo e mesmo que você possa influenciar alguém negativamente, se esta pessoa estiver vulnerável, você estará criando um desequilíbrio, uma desarmonia que, seguramente, terá consequências para você mesmo. Portanto, use esta potencialidade de uma forma positiva e, inexoravelmente, você irá colher os frutos daquilo que semear.
Há técnicas e exercícios específicos para o desenvolvimento desta potencialidade muito bem detalhados nos livros “Liberte o Seu Poder Extra” e “Paranormalidade Para Todos” do Prof. Pedro Antônio Grisa.
CAPACIDADE DE PRÉ-COGNIÇÃO
Pré-cognição é a capacidade do ser humano de pressentir ou prever o que está para acontecer. As previsões negativas são as que mais chamam a atenção, porque quebram a harmonia cósmica e, por isto, tem-se a impressão de que são mais comuns.
A grande importância de se conhecer efetivamente os mecanismos de funcionamento mental e desenvolver esta potencialidade é a de usá-la no sentido de intervir num acontecimento negativo previsto para mudá-lo. Há técnicas específicas para este treinamento.
O ser humano, como co-criador do universo, tem participação ativa, seja de forma positiva ou negativa, na construção do seu futuro e quem tem esta capacidade pré-cognitiva tem mais facilidade para programar-se positivamente e obter os resultados que espera.
Veja o livro Paranormalidade para Todos de Pedro Antônio Grisa.
CAPACIDADE DE CLARIPERCIPIÊNCIA
Claripercipiência é a capacidade de perceber o que se passa fora do alcance dos sentidos, da visão, tato, paladar, olfato e audição, como se estivesse presente e sem que exista um transmissor.
O termo CLARIPERCIPIÊNCIA é mais abrangente e mais adequado que CLARIVIDÊNCIA, como coloca o Prof. Grisa em seu livro “Paranormalidade para Todos”, pois inclui as sensações correspondentes de todos os sentidos.
A claripercipiência pode ocorrer de uma forma espontânea, sem a interferência da pessoa, que quando se dá conta já aconteceu, ou pode ser adquirida através do treinamento específico, e que passa a ser exercitada pela pessoa conscientemente.
Vale ressaltar o fato de que os fenômenos negativos chamam mais a atenção e marcam de maneira mais efetiva mas, não são, com certeza, a realidade maior na vida das pessoas e no Universo.
Ter capacidade de claripercipiência é antes de tudo ter facilidade para “imaginar claramente um resultado”, e você pode usar esta capacidade no sentido positivo para o seu próprio bem e das pessoas que o cercam para a construção de uma vida melhor para você e para os seus. O resultado do teste indica o atual estágio em que você se encontra, que pode naturalmente ser desenvolvido/ aperfeiçoado, pelo treinamento.
BILOCAÇÃO DA CONSCIÊNCIA
Bilocação de consciência é o fenômeno de PES mais importante e é, também, conhecido como desdobramento, viagem astral, projeção astral.
Os fenômenos de bilocação de consciência geram, com freqüência, temores e fobias em um grande número de pessoas não esclarecidas.
Pelo conhecimento dos seus mecanismos e o seu desenvolvimento pelo treino com as técnicas adequadas, estes fatos passam a ser vistos como altamente positivos e motivo de alegria pelo seu significado de grande desenvolvimento mental.
Todos os fenômenos de telepatia, claripercipiência, pré-cognição e psicocinesia você pode realizar com muito maior propriedade e em condições muito superiores pela bilocação de consciência. Nos livros “Liberte Seu Poder Extra e Paranormalidade Para Todos” você encontrará técnicas adequadas para este treinamento.
O resultado do teste aponta a sua condição no presente momento no que se refere à sua capacidade de bilocação de consciência.
CAPACIDADE PSICOCINÉTICA
Psicocinese ou Telecinese é a capacidade de atuar mentalmente sobre elementos físicos ou materiais, ou seja, é a capacidade da mente atuar sobre a matéria.
Também aqui os fenômenos mais marcantes são os fenômenos negativos, tais como, machucar-se com muita freqüência, queimar aparelhos elétricos, lâmpadas, quebrar objetos seguidamente, perder facilmente os bens ou as coisas que conquista.
Esta mesma potencialidade, que pode atuar negativamente, pode ser canalizada de uma forma positiva, e quem tem esta capacidade tem mais facilidade para produzir efeitos de cura, especialmente, pela imposição das mãos. Pode atrair riqueza e bens materiais e ajudar com muita facilidade em tudo o que é físico e material.
Direcionar esta energia é fundamental para o equilíbrio energético desta pessoa, e a prática da cura pela imposição das mãos é um meio simples, objetivo e de uso imediato. Ver “A Cura Pela Imposição das Mãos” de Pedro A. Grisa e Frei Hugolino Back e Paranormalidade para Todos, já citados. Última atualização (Qua, 09 de Junho de 2010 11:41)
Para Testar e Desenvolver a sua Percepção Extra-Sensorial – PES
Telepatia – Pré e Pós-Cognição – Claripercipiência
As cartas Zenner foram criadas pelo Dr. Karl E. Zenner, pesquisador da Duke University, Carolina do Norte – USA, integrante da equipe do Dr. Joseph, Banks Rhine.
Rhine e sua equipe realizando milhares de testes desde 1930, provaram que a TELEPATIA, a PRÉ-COGNIÇÃO e a CLARIVIDÊNCIA são capacidades reais do ser humano e não apenas fenômenos explicáveis pela mera coincidência.
Com os resultados obtidos pelas pesquisas de Rhine comprovou-se definitivamente a realidade da PES – Percepção Extra-Senrorial e a PARAPSICOLOGIA é reconhecida como CIÊNCIA.
O BARALHO ZENNER
O Baralho Zenner é constituído por dois conjuntos de cartas, cada qual tendo o verso de cor diferente, azul e vermelho, por exemplo.
Cada conjunto é formado por cinco símbolos diferentes: Círculo; Quadrado; Ondas; Cruz e Estrela.
Cada símbolo ou carta é repetido cinco vezes em cada conjunto. Num baralho Zenner temos pois: 5 Círculos no conjunto azul e 5 Círculos no conjunto Vermelho; 5 Estrelas em cada um dos dois conjuntos etc., perfazendo um total de vinte e cinco cartas em cada conjunto e um total de 50 cartas no Baralho Zenner completo.
USO DO BARALHO ZENNER PARA TESTES
Se você quiser fazer testes com todo rigor estatístico, leia o livro “Parapsicologia Experimental” do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas de São Paulo – SP, Brasil.
Mas os testes podem ser simplificados, como exemplificados a seguir, obtendo-se bons e até ótimos resultados, de valor científico, dentro de uma análise mais ampla no estudo da paranormalidade.
I – TESTE DE TELEPATIA
Telepatia é a capacidade que os seres humanos possuem de comunicar-se de mente a mente, processo em que uma pessoa faz o papel de Emissor (manda a mensagem) e outra faz o papel de Receptor (capta, recebe a mensagem).
O índice, que resultar destes testes, corresponde a maior ou menor facilidade que você possui no uso da percepção extra-sensorial – PES, no que se refere à comunicação telepática.
Você pode utilizar na prática esta capacidade no sentido de ajudar a si mesmo e a outras pessoas, assumindo uma atitude mental positiva e mais receptiva, bem como mentalizando mensagens de apoio, harmonia, saúde e felicidade para quem você quiser.
Mas lembre-se de que a harmonia é a lei e a ordem do Universo e mesmo que você possa influenciar alguém negativamente, se esta pessoa estiver vulnerável, você estará criando um desequilíbrio, uma desarmonia que, seguramente, terá consequências para você mesmo. Portanto, use esta potencialidade de uma forma positiva e, inexoravelmente, você irá colher os frutos daquilo que semear.
Há técnicas e exercícios específicos para o desenvolvimento desta potencialidade muito bem detalhados nos livros “Liberte o Seu Poder Extra” e “Paranormalidade Para Todos” do Prof. Pedro Antônio Grisa.
Para testar sua capacidade telepática proceda da seguinte forma:
a) Duas pessoas dividem o baralho, ficando cada uma com um conjunto.
b) As pessoas sentam de costa uma para a outra, observando-se que nenhum objeto do ambiente possa refletir as cartas como espelhos e outros.
c) Define-se qual das duas irá fazer o papel de Emissor fazendo a outra, consequentemente, o papel de Receptor.
d) O emissor embaralha muito bem se conjunto de 25 cartas e depois, por um sinal combinado – por exemplo, comunicando 1ª carta – retira de seu conjunto uma carta na qual fixa o olhar durante 30 a 60 segundos; enquanto isso o receptor busca captar a imagem que o emissor está olhando. Logo que o receptor teve o impulso, a intuição de que é determinada carta ou imagem, retira do seu conjunto a referida carta e a coloca sobre a mesa, virada para baixo. Passado o tempo previsto, o Emissor também coloca a carta sobre a mesa diante da qual estará.
e) É importante ficar bem definida a ordem das cartas que o Emissor usou para transmitir, bem como a das cartas usadas pelo Receptor. O ideal seria que tanto emissor quanto receptor tivessem diante de si espaços numerados de 1 a 5 ou de 1 a 10 (conforme figura 1); ou uma série de envelopes numerados dentro dos quais deposita a carta (conforme figura 2), segundo o n° de cartas que pretendem utilizar na referida jogada.
Concluído o período de transmissão e recepção das mensagens, o Receptor vira a carta n° 1 e o Emissor coloca, paralelamente, a carta que transmitiu; assim sucessivamente até virar todas as cartas da jogada, ficando as cartas do Receptor numa fila e as do Emissor em fila paralela, na mesma ordem da jogada.
RESULTADOS
Supondo-se que a jogada foi realizada com 10 cartas, observando-se as coincidências de imagens paralelas teremos um índice de acertos na comunicação telepática. Por ex.: Na jogada realizada com 10 cartas, tanto a n° 2 do Receptor, quanto a n° 2 do emissor são círculos; temos aí um acerto. Coincidem ainda as de números 4, 7, 8 e 10 com as mesmas imagens: Estrela e Estrela, Onda e Onda, etc., temos aí cinco acertos.
CONCLUSÕES
Nestas jogadas houve um índice de 50% de acertos na comunicação telepática entre o Emissor e o Receptor; muito acima da probabilidade estatística de acerto pelo mero acaso, o qual não seria superior a 25%.
Poderíamos concluir que há uma boa sintonia telepática entre as duas pessoas.
Quanto mais alto o índice de acertos maior é a comunicação mental telepática consciente entre Emissor e Receptor.
Os estudos realizados no Instituto de Parapsicologia e Potencial Psíquico demonstraram que esse índice de acertos é mais elevado e mais constante entre pessoas que mantenham um relacionamento de amizade, de sintonia afetivo-emocional e de concordância de idéias. Isso ocorre por diferentes fatores, salientando-se o da longa convivência e da interdependência.
OBSERVAÇÃO
Normalmente na primeira jogada realizada entre duas pessoas, tanto no teste de telepatia quanto em outros, o índice de acertos tende a ser elevado, caindo em jogadas subsequentes, voltando a elevar-se nas jogadas seguintes.
Os estudos do IPAPPI – SISTEMA GRISA tem demonstrado que a causa da baixa súbita de acertos e outras variações depende diretamente do estado de expectativa e ansiedade experimentados pelo Emissor e/ou pelo Receptor em cada jogada – bloqueando a comunicação – ou estado de tranqüilidade e naturalidade – facilitando a comunicação.
Observação Importante: Durante a jogada é fundamental que o Emissor evite olhar mesmo que de passagem outras cartas, a não ser as da jogada; bem como evitar pensar ou imaginar outra. Isso poderia confundir a percepção do Receptor.
CONCLUSÃO FINAL
Tanto o teste de telepatia, quanto o de claripercipiência e/ou de pré e pós-cognição, podem transformar-se em autênticos exercícios de treinamento mental, visando o desenvolvimento da PES, desde que o Emissor e o Receptor ao final de cada jogada ou série de jogadas, procurem identificar o que teria facilitado ou dificultado a comunicação.
a) Pessoas há, que, após algumas semanas ou meses de treino relativamente freqüente, numa série mínima de 10 jogadas de 5 cartas, duas vezes por semana, percebem um grande progresso não só no índice de acertos mas também na comunicação telepática espontânea entre as mesmas e na melhoria da qualidade de relacionamento interpessoal.
b) As jogadas poderão ser realizadas de inúmeras maneiras, lembrando-se sempre de dois princípios fundamentais:
1° - O Receptor nunca poderá utilizar outro meio de captar a carta do Emissor a não ser via PES.
2° - A relação das cartas deve seguir, rigorosamente, a mesma ordem ocorrida durante a comunicação.
c) Poder-se-á por exemplo, colocar-se o Receptor numa sala e o emissor em outra, estabelecendo-se códigos de definição de tempo: por exemplo: uma batida na parede indicaria que o tempo de comunicação de uma carta encerrou-se passando-se a seguinte ou combinando-se um horário (minutos e segundos) com relógios previamente sincronizados.
Poder-se-ía ainda combinar de que o Emissor fica numa casa ou cidade e o Receptor noutra, definido-se a hora e o minuto em que o Emissor transmitirá cada carta, sendo que as mesmas seriam colocadas em envelopes numerados de 1 a 5 ou de 1 a 10, a fim de na hora de revelar as cartas poder confrontá-las com rigor.
O telefone pode ser usado para estabelecer-se o início do teste.
II – TESTE DE CLARIPERCIPIÊNCIA
Claripercipiência é a capacidade de perceber o que se passa fora do alcance dos sentidos, da visão, tato, paladar, olfato e audição, como se estivesse presente e sem que exista um transmissor.
O termo CLARIPERCIPIÊNCIA é mais abrangente e mais adequado que CLARIVIDÊNCIA, como coloca o Prof. Grisa em seu livro “Paranormalidade para Todos”, pois inclui as sensações correspondentes de todos os sentidos.
A claripercipiência pode ocorrer de uma forma espontânea, sem a interferência da pessoa, que quando se dá conta já aconteceu, ou pode ser adquirida através do treinamento específico, e que passa a ser exercitada pela pessoa conscientemente.
Vale ressaltar o fato de que os fenômenos negativos chamam mais a atenção e marcam de maneira mais efetiva mas, não são, com certeza, a realidade maior na vida das pessoas e no Universo.
Ter capacidade de claripercipiência é antes de tudo ter facilidade para “imaginar claramente um resultado”, e você pode usar esta capacidade no sentido positivo para o seu próprio bem e das pessoas que o cercam para a construção de uma vida melhor para você e para os seus. O resultado do teste indica o atual estágio em que você se encontra, que pode naturalmente ser desenvolvido/ aperfeiçoado, pelo treinamento.
No teste de Claripercipiência o importante é que as cartas a serem captadas não podem ser vistas por ninguém no momento da jogada, a fim de evitar-se a presença de um emissor mesmo que involuntário.
O teste de Claripercipiência pode ser realizado até mesmo por uma pessoa sozinha.
Lembrando sempre que ao buscar-se um resultado real, a sinceridade e a honestidade na realização dos testes, evitando qualquer fraude, são fundamentais e indispensáveis.
a) As cartas de um conjunto são colocadas uma a uma em 25 envelopes opacos e escuros, de preferência pretos, eliminando qualquer possibilidade de percepção visual dos símbolos das cartas.
b) Embaralha-se os envelopes.
c) Separa-se 5 ou 10 envelopes segundo a jogada desejada, colocando-os na ordem que poderão ser captados ou percebidos mentalmente pelo Claripercipiente (clarividente) – pessoa que realiza o teste.
Podem também ser separados um a um, na medida em que o Claripercipiente vai buscando captar a carta contida pelo mesmo.
d) O procedimento do teste é semelhante ao anterior; o Receptor, aqui o Claripercipiente, coloca a carta que supõe estar contida no envelope n° 1 à frente do mesmo, voltada para baixo; assim sucessivamente diante do envelope 2, 3 etc.
e) O tempo utilizado pelo Claripercipiente para captar a carta, aqui também não deverá ser superior a um minuto. Lembre-se do “lampejo de intuição”.
f) Concluída a captação da série de 5, 10 ou mais cartas da jogada, vão se abrindo os envelopes e confrontando-se as cartas como no teste anterior, dispondo-as em duas filas paralelas.
g) O número de acertos direto, por exemplo, a Estrela no primeiro envelope e Estrela na carta n° 1 do Claripercipiente um acerto; se houver acertos em outros quaisquer números, por ex.: 5, 7 e 9, numa jogada de 10 cartas, obtém-se o índice de 40% de acertos.
CONCLUSÃO
Convém lembrar que a CLARIPERCIPIÊNCIA é um grau mais avançado de Percepção Extra-Sensorial do que a Telepatia e a Pré-Cognição, é normal que aqui o índice de acertos seja inferior ao do obtido pela mesma pessoa fazendo o papel de Receptor no teste anterior.
O teste de Claripercipiência pela possibilidade de ser realizado por uma só pessoa, especialmente como treinamento mental, reveste-se de grande importância para todos aqueles que pretendem educar, canalizar e desenvolver suas potencialidades paranormais.
O treinamento da Claripercipiência recompensará você com o desenvolvimento da intuição e da rapidez e eficiência maiores na busca de soluções para quaisquer dificuldades.
III - TESTE DE PRÉ E PÓS-COGNIÇÃO
Pré-cognição é a capacidade do ser humano de pressentir ou prever o que está para acontecer. As previsões negativas são as que mais chamam a atenção, porque quebram a harmonia cósmica e, por isto, tem-se a impressão de que são mais comuns.
A grande importância de se conhecer efetivamente os mecanismos de funcionamento mental e desenvolver esta potencialidade é a de usá-la no sentido de intervir num acontecimento negativo previsto para mudá-lo. Há técnicas específicas para este treinamento.
O ser humano, como co-criador do universo, tem participação ativa, seja de forma positiva ou negativa, na construção do seu futuro e quem tem esta capacidade pré-cognitiva tem mais facilidade para programar-se positivamente e obter os resultados que espera.
O teste de pré e pós-cognição podem ser realizados simultaneamente, tendo como base os testes anteriores (telepatia e claripercipiência).
Observe que a pré-cognição pode ocorrer tanto com a contribuição de uma pessoa que vivencia a experiência – poderíamos chamar a isso de pré-cognição telepática – mas também pode ocorrer sem a presença de um emissor, a nível de claripercipiência – poderíamos denominar de pré-cognição claripercipiente.
A pós-cognição também pode ocorrer das duas formas, sendo que a pós-cognição que ultrapassa 50 a 100 anos, faz supor que, normalmente, seria pós-cognição claripercipiente.
A pós-cognição parece estar relacionada com o Inconsciente Coletivo de Carl Gustav Jung, ou com a herança mental dos antepassados, passada de geração em geração, especialmente no período de gestação (e pela genética?).
O teste de pré e pós-cognição, tendo como base o teste de telepatia ou de claripercipiência, difere tão somente pela presença de 2 cartas que o receptor telepático ou o claripercipiente não busca captar diretamente. Estas cartas são a carta “zero”, que antecede a n° 1 do receptor telepático ou do claripercipiente e a carta seis ou onze, que aparece após a série prevista.
No teste em que o emissor participa, antes de anunciar que está visualizando a carta n° 1, já deverá ter visualizado a carta zero, sem que o emissor saiba.
Também ao encerrar a série o emissor visualiza a carta seis ou onze após comunicar ao receptor que a série está encerrada.
CONCLUSÃO
Observando-se as mesmas cartas mantidas na mesma disposição podemos observar formas de relação e coincidências. Por ex.: A carta n° 2 do Emissor é Quadrado e a carta n° 1 do Receptor também é Quadrado. Isso significa que o receptor não captou telepaticamente a carta n° 1 do emissor que poderia ser um Círculo ou outra qualquer, mas captou antecipadamente a carta seguinte, n° 2 , que o emissor iria retirar do baralho, ocorrendo um fenômeno ou acerto de Pré-Cognição.
Segundo o número de acertos ocorridos da mesma forma, teremos o índice de capacidade pré-cognitiva do Receptor na presente jogada.
Supondo-se que ocorram sete acertos, numa jogada de dez cartas, teríamos um índice de 70% de acertos, considerado muito elevado.
Esse índice indicaria que ocorre uma intensa comunicação pré-cognitiva do Receptor, que, normalmente, sempre se antecipa às idéias e iniciativas do Emissor.
O mesmo ocorre com a pós-cognição. Se a carta de n° 1 do receptor for igual a carta de número zero do emissor, significa que ele captou a carta do emissor, mesmo sem ter sido informado de sua existência, indicando um acerto na categoria pós-cognição.
É importante salientar que tanto a pré quanto a pós-cognição, podem ser observadas simultaneamente em uma mesma jogada, inclusive a comunicação telepática. Basta observar a seqüência das cartas e os acertos.
IV - QUESTIONAMENTOS SOBRE AS CARTAS ZENNER
Ainda que as cartas Zenner tenham sido consagradas pelo pai da Parapsicologia científica, Joseph Banks Rhine, já foram questionadas quanto a escolha dos símbolos utilizados. Apresentamos alguns desses questionamentos, com os quais concordamos:
1) A semelhança existente entre o círculo e o quadrado, pois podem ser vistos como dois “túneis” diferenciados apenas pela borda quadrada ou redonda;
2) A semelhança entre a cruz e a estrela, pois são dois elementos nos quais as pontas de destacam e, em ambas, o corpo central do elemento é maciço (todo escuro);
3) Por outro lado, a cruz poderia ser motivo de bloqueio para o receptor que tenha registrado em seu subconsciente a imagem da cruz como símbolo de morte;
4) Os símbolos escolhidos são considerados símbolos estáticos, o que não corresponde a realidade dinâmica, normalmente, vivenciada pelas pessoas;
5) Sugestões de novos símbolos:
a) Tomando-se símbolos estáticos poder-se-ía utilizar os números 2, 4, 5, 7 e 8, pois suas imagens são bem distintas entre si;
b) Selecionando símbolos dinâmicos poder-se-ía optar por imagens de animais de espécies cujas características fossem bem diferenciadas como: uma ave, um inseto, um réptil, um peixe, um mamífero.
Especialmente para o treino da paranormalidade, o importante é você possuir um sistema padronizado de símbolos a fim de melhor avaliar o progresso obtido nos messes ou anos de treinamento.
Você quer de fato ingressar no rol das pessoas que desfrutam dos benefícios do Novo Milênio ou da Era de Aquarius? Aqui você está de posse de importante instrumento para desenvolver suas potencialidades.
V - OBSERVAÇÃO FINAL
É importante que você não faça destes testes apenas uma brincadeira superficial e passageira. Tenha seu caderno de registro. Anote o resultado de cada teste, de preferência colocando o registro das duas filas de cartas definindo qual é a do Emissor e qual a do Receptor ou qual dos envelopes, é do “claripercipiente”.
Registre ainda a data de cada teste e o nome dos participantes.
O confronto dos resultados com o passar do tempo poderá ser surpreendente!
Os inúmeros benefícios decorrentes do treinamento da paranormalidade, em geral, e da Percepção Extra-Sensorial – PES, em particular, você os perceberá na medida em que persistir nos exercícios.
Sugerimos a leitura do livro PARANORMALIDADE PARA TODOS de autoria de Pedro A. Grisa, no qual você encontrará explicações detalhadas sobre Paranormalidade, e especificamente sobre Telepatia, Pré e Pós-Cognição e Claripercipiência em capítulos específicos.
Figura 1 – Demonstrativo da colocação de espaços numerados onde serão colocadas as cartas.
   
Figura 2 – Demonstrativo de envelopes numerados, dentro dos quais as cartas serão colocadas
              
Última Revisão – Fevereiro / 2000
TESTE DE PARANORMALIDADE
CARTAS ZENNER
Capacidade que o ser humano tem de produzir, desencadear fenômenos paranormais. A paranormalidade é uma capacidade latente em todos os seres humanos. Pode se desabrochar espontaneamente pela genética ou pelo sofrimento. Pode ser treinada por métodos e técnicas e ativando a pineal.
Genética – comum entre os familiares – com características físicas: “orelha egípcia”, “mãos de curador psíquico”, “linha do samaritano”, “cruz mística”, “linha do sol”.
Sofrimento – sobrevivência do indivíduo, do ser único e da espécie.
Treinada – treinar a paranormalidade é abrir espaço ao Subconsciente para que ele tenha maior liberdade de atuação, para que assuma mais plenamente sua fantástica capacidade de ação em todas as dimensões da existência humana. Última atualização (Qua, 26 de Maio de 2010 14:24)
Relação corpo-mente
Os romanos já afirmavam “Mens sanna, in corpore sanno” – Mente sadia, num corpo são.
- A relação corpo-mente é detalhada hierarquicamente pelo termo criado pelo Dr. Sérgio Carvalho, médico endocrinologista, estudioso da psicossomática e formado em Parapsicologia Clínica do SISTEMA GRISA – Parapsiconeuroendocrino-imunologia, observando a seqüência das palavras que integram esse termo - neulogismo composto – fui avaliando sua importância, visando esclarecer a relação mais profunda existente entre saúde e doenças.
Guiado por uma visão globalizante e holística, fui percebendo que esse termo podia ser mais detalhado em sua composição; e, gradativamente, cheguei ao seguinte termoParapsicosmobio-econeuroraciosocio-emocio-endocrino-imunologia.
Todos os passos incluídos nesse termo composto, ele se relacionam diretamente com a evolução dos seres vivos presentes em nosso Planeta. Embora, esse termo seja detalhadamente analisado no estudo da Psicossomática e o SISTEMA GRISA, ele se constituí também num dos Princípios da Cura Instantânea.
Princípios da Cura Instantânea
O principio geral que fundamenta a cura instantânea é a compreensão que conduz a percepção da verdade.
A compreensão que cura e liberta, se realiza em quatro níveis e diferentes dimensões:
• A compreensão de que o ser humano é UM; porém, funciona como DOIS – o Consciente e o Subconsciente.
• Compreender o funcionamento das duas Funções Mentais Básicas – o Consciente, como função racional e o Subconsciente, como função mecânica, automática e autônoma da mente humana.
• Compreender como o subconsciente é programado pelas Leis Cósmicas Básicas – Harmonia, Evolução e Vibração; pelos Princípios Naturais de Sobrevivência – do Indivíduo, do Ser Único, da Espécie e da Biodiversidade; pelas Programações Culturais Milenares – herdadas das civilizações da abundância e da carência e da era dos músculos; pelas Programações de Vida Intra-Uterina e Processo de Nascimento.; pelas Programações da Infância, da Adolescência, da Vida Adulta e...
• Compreender o fato traumático perturbador ou prejudicial, percebendo a verdade e eliminando o fantasma.
As dimensões da compreensão referem-se as programações do subconsciente, das leis cósmicas as programações da idade adulta.
Outros princípios:
- A pessoa, enquanto estiver em transe, aciona o maior poder mental; tanto para criar a doença fatal, quanto para despertar a vida que rejuvenesce e revitaliza e pode desencadear a cura instantânea.
- A Cura Instantânea:
• segundo a Terapia Ayurvédica, depende diretamente a evolução espiritual da pessoa.
• segundo Deepak Chopra, fundamenta-se na conquista da paz interior e da tranqüilidade mental, obtida pela meditação, treinamento da respiração e a imaginação criativa.
• segundo Douglas Smith, a pessoa conquista a Cura Instantânea na medida em que cultiva o perdão e a gratidão e se liberta da inveja, da raiva, do ódio, de todos os vícios e pecados em fim; e desenvolve um rol significativo de virtudes como a compreensão, a fraternidade, o amor...
• segundo o SISTEMA GRISA, a Cura Instantânea é viabilizada mediante a seguinte fundamentação: a conquista da paz interior e o despertar do poder mental, na medida em que o ser humano conquista a liberdade pela programação e reprogramação do subconsciente.
1º) o ser humano liberto dos fantasmas: o medo diante do desconhecido, o culpado, o bobo, o inimigo, o maluco, o doente e a morte e seus derivados.
2º) o ser humano ativando os talentos depositados nos três grandes baús: da depressão, da paranormalidade e da superdotação.
3º) o ser humano desenvolvendo os sete passos da realização pessoal: a disciplina, a organização, o trabalho, a dedicação, a competência, a honestidade e o caráter e seus co-relatos e derivados.
- A Cura Instantânea é efetivada, com surpreendente facilidade, mediante a percepção da verdade, obtida pela compreensão em estado hipnótico.
- Todo sintoma que revela a presença de uma doença, está diretamente relacionado com um fato emocionalmente significativo vivenciado no passado. O sentimento relacionado com o sintoma aponta o caminho para identifica-se o fato e encontrar o caminho da cura instantânea.
Exemplo:
A pessoa sofre de dor nas costas; para se identificar o fato que deu origem a esse sintoma e a doença correspondente é fundamental perguntar-lhe:
- A dor nas costas desperta em você qual dos três sentimentos negativos de forma mais intensa: Tristeza, medo ou raiva?
Observe: A Tristeza inicia pelo desanimo, evolui para tristeza e culmina na angustia; o Medo principia pela preocupação, evolui para o medo e culmina no pânico; a Raiva pode ser recalcada e torna-se mágoa, portanto, mágoa nada mais é que raiva engolida.
A raiva pode explodir e transforma-se em ódio.
“Diante do perigo a tristeza paralisa ,
o medo faz fugir,
a raiva impele a destruição do perigo”.
Referências:
CHOPRA, Deepak. A Cura Quântica.
CHOPRA, Deepak. Corpo sem Idade, Mente sem Fronteiras.
CHOPRA, Deepak. A Realização Espontânea do Desejo.
SMITH, Douglas. O Segredo da Cura Instantânea.
Obras do SISTEMA GRISA.
CD de Treinamento Mental – Doenção não Existe!
Sobrevivência em relação a Parapsicologia e outras ciências
Parapsicologia e outras Ciências
Tudo o que a Espécie Humana realizou, ao longo dos séculos e milênios da História da Humanidade sobre o planeta Terra, teve e tem como objetivo maior, buscar garantir a SOBREVIVÊNCIA das pessoas, dos grupos sociais e da própria Espécie Humana.
Por isso, pode-se afirmar sem medo de errar que, “todas as Descobertas Científicas, bem como os inventos delas decorrentes, sempre tiveram em mira a Garantia de Sobrevivência do Indivíduo, do grupo e da própria Espécie”.
Os estudos científicos do SISTEMA GRISA constatam e comprovam que “os fenômenos Paranormais tendem a manifestar-se sempre que a pessoa ou um grupo de pessoas vivenciam uma forte ameaça à sua sobrevivência, desencadeando fortes emoções”.
Diante dessa constatação, o SISTEMA GRISA fundamenta todos seus estudos na relação Ser Humano e sua Sobrevivência, como Indivíduo, ser Único, Espécie e integração a biodiversidade; Sobrevivência sempre dentro de um determinado Espaço e efetivada o longo do Tempo. Dito de outra forma: “A Espécie Humana – como Indivíduo ou Grupo Social – vive diretamente relacionada com a Geografia e a História – o espaço e o tempo.”
A Parapsicologia, como a Ciência dos Fenômenos Paranormais, visa, pois, encontrar instrumentos e estratégias que ajudem os indivíduos e os grupos sociais a libertarem-se das ameaças internas e externas, imaginárias e objetivas, que ameaçam à sua Sobrevivência, causas desencadeadoras da Fenomenologia Paranormal, quando perturbadora ou prejudicial.
As demais Ciências
Analisando as demais Ciências, constata-se que todas elas relacionam-se com a Parapsicologia, pelo elo essencial – a Sobrevivência da Espécie.
Constatado que é a “Busca da Sobrevivência” que impele os seres humanos a agir e reagir, definindo os objetivos de suas atividades, torna-se fácil imaginar-se como ocorre o desenvolvimento científico e tecnológico, produzindo estratégias, técnicas e invenções. Por isso, a evolução científica e tecnológica - dando origem às mais diversificadas invenções e sistemas organizacionais - será tanto mais exigente, rápida e intensa sua evolução, quanto maiores e mais prementes forem as necessidades de Sobrevivência presentes nos diferentes grupos sociais .
As pessoas que atuam na área do mundo científico e tecnológico estão cientes de que as guerras sempre desencadearam significativa evolução científica e tecnológica, visando responder às prementes necessidades de sobrevivência, tanto para combater os inimigos quanto para se defender deles.
Nos períodos de guerra sempre houve significativa evolução científica e tecnológica. Os resultados dessa evolução obtidos durante as guerras, depois vão se incorporar a vida das sociedades, qualificando o seu conforto e bem-estar.
Geografia e o Despertar Científico
Pode-se, afirmar que a Geografia é a primeira ciência a ser estudada pela Espécie Humana desde os primórdios de sua História. Sim, a primeira descoberta científica realizada pelos seres humanos, foi “localizar onde encontrar alimentos necessários à sua Sobrevivência”.
Onde, refere-se a Lugar. Para “descobrir o lugar onde está um alimento – água, fruta ou caça – é preciso desenvolver conhecimentos de direção, localização e como chegar lá. Para “chegar lá”, faz-se necessário definir e abrir caminhos, o que implica em conhecimentos de relevo e topografia, bem como da produtividade de cada espaço. Tudo isso, relaciona-se diretamente com a Geografia.
História na Evolução Científica
As experiências de sucesso e fracasso, na conquista dos bens necessários à Sobrevivência dos indivíduos e do grupo social, relatadas de geração em geração, vão se constituindo em lições de vida para as novas gerações. E, gradativamente, estruturam-se os conhecimentos que farão parte da História do Povo.
Na medida em que um povo ou uma nação cresce e organiza-se, mais a História torna-se complexa e diversificam-se os enfoques, como à História Religiosa, Econômica, Política…
E, segundo um povo ou uma nação estabelece contato com outros povos, avançam os conhecimentos geográficos e amplia-se a Visão Histórica da Espécie Humana.
Sociologia
Na mesma proporção em que cresce o número de pessoas que integram o mesmo grupo social, ampliam-se as necessidades de Organização, definindo papéis, tarefas e funções, desenvolvendo-se – gradativamente – estruturas cada vez mais complexas, inclusive uma Estrutura Hierárquica Funcional (ou de Poder), sustentada por costumes, normas e leis.
O menor grupo social, organizacionalmente estruturado, é o da Família, que evolui para o Clã e a Tribo, o Povo, a Nação…
À medida que cresce a Sociedade, tanto em número de indivíduos, quanto em Estrutura Organizacional, surgem outras necessidades e novas ciências: contábeis, jurídicas, políticas…
O Direito
Na medida em que se distribuírem as tarefas entre as pessoas que integram o Grupo Social, definem-se Deveres e Direitos, estabelecendo-se normas e leis. E surge a Organização Jurídica, fundamentada nos direitos naturais dos mais frágeis, especialmente as crianças, e os deveres dos mais fortes, os adultos.
Segundo as dificuldades impostas pelo meio geográfico na conquista dos bens necessários à Sobrevivência (alimentos, agasalhos, moradia e transporte), mais surgem as necessidades de descobrir meios que facilitem a conquista e o armazenamento desses bens, em decorrência dessas necessidades e da busca de novos meios.
Para fabricar instrumentos e equipamentos, realizam-se as descobertas científicas que irão dar origem à Biologia, à Física, à Química e à Comunicação, e tantas outras ciências derivadas dessas que irão fundamentar Estratégias, Técnicas e Inventos.
Ciências e a Parapsicologia Independente do SISTEMA GRISA
O SISTEMA GRISA fundamenta suas atividades dentro de uma visão prática, objetiva, clara e direta, visando dar sua contribuição para o bem-estar e a felicidade dos seres humanos por meio da Orientação Parapsicológica que possui como objetivo maior Programar e Reprogramar o Subconsciente. Por isso, é essencial ao Orientador em Parapsicologia do SISTEMA GRISA, ter uma noção clara da Relação Direta existente entre as diferentes Ciências desenvolvidas pela Espécie Humana e as necessidades de Sobrevivência.
É preciso, pois, sempre observar quais foram as facilidades e dificuldades da pessoa e do Grupo social, que integrou e integra desde o histórico da família e dos antepassados, bem como de sua gestação e nascimento até o momento presente.
Conhecimentos de Geografia e História e demais ciências correlatas, são indispensáveis ao Orientador em Parapsicologia, afim de facilmente perceber um rol significativo de possíveis programações registradas no Subconsciente das pessoas que vivenciam Fenômenos Paranormais ou que buscam o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal.
Contudo, lembrem sempre, pioneiros do SISTEMA GRISA, que esses conhecimentos devem ser sempre “desfrescurizados” de sofisticações inúteis e cientificismos enciclopédicos, distantes ou distanciados da realidade cotidiana, prática e funcional.
Enfatizando ainda que “todo processo científico é regido pela pergunta: como funciona?”.
Amigos, funcionem sempre com a cabeça iluminada pela estrela de seu grande ideal, mas com os pés firmes no chão da realidade objetiva e as mãos prontas para comunicarem-se com o mundo que os rodeia de forma clara, direta e objetiva, cientes de que todas as pessoas são maravilhosas e boas, mas que podemos dar a nossa contribuição e colaboração com muitas delas visando aperfeiçoar o funcionamento de seu Subconsciente, pelo método de Programação e Reprogramação Mental.
Parapsicologia como Ciência
Muito tem-se debatido, questionando-se: “Se a Parapsicologia poderia ser, ou não, classificada como Ciência”.
Considero que as dúvidas suscitadas sobre a legitimidade de a Parapsicologia ser apresentada como Ciência decorrem de diferentes conceitos errôneos. Desde falsos conceitos de Ciência até a confusão, muitas vezes, existente entre Ciência e Profissão; entre Ciência efetiva e Ciência reconhecida; entre Profissão existente e Profissão regulamentada pelo Congresso Nacional; entre Ciência, Profissão e aprovação de Cursos de Formação Profissional, segundo parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Educação...
Aqui não iremos debater ou argumentar em relação a todas essas questões, iremos tão-somente definir o conceito efetivo e funcional de Ciência e demonstrar os alicerces funcionais de todas as ciências e o Elo Essencial que integra a Parapsicologia às demais ciências.
Fazer Ciência
Em primeiro lugar é preciso definir o que é fazer ciência.
Tudo o que o Ser Humano faz, somente o realiza, na medida em que tiver um Objetivo que o direcione.
E, convém observar, que TODAS AS CIÊNCIAS possuem um Objetivo Comum: “IDENTIFICAR as Leis que REGEM o Funcionamento do Universo e da Vida”.
Portanto, FAZER CIÊNCIA é DESCOBRIR ou identificar as Leis e Princípios que regem o funcionamento dos elementos constitutivos do Universo, definidos como Objeto de Estudo daquela Ciência.
Fazer Ciência é, pois, identificar Leis ou Princípios - conjunto de leis - que REGEM o Funcionamento do Universo, da menor partícula ao maior conjunto de elementos que o constituem.
Exemplificando: do átomo às galáxias, do unicelular ao Jatobá e à Baleia, da pedra ao Ser Humano e a Mente Humana, o elemento mais sólido ao mais imperceptível aos sentidos humanos, do diamante ao pensamento, da lapidação à imaginação.
Como Funciona?
Todo Processo de Pesquisa Cientifica: fundamenta-se numa só pergunta: como funciona?
Sem a pergunta, explicita ou latente, Como Funciona? A pesquisa e os estudos científicos podem perder seu norte, ficarem sem rumo; pois, somente esta pergunta permite buscar com objetividade e clareza a Identificação das Leis ou Princípios, permitindo perceber como funciona aquele elemento ou conjunto de elementos.
ESTATÍSTICA E LABORATÓRIO
Ainda que a Estatística seja um instrumental importante, facilitador – em muitos casos – na Identificação das Leis e Princípios que regem o funcionamento da realidade cósmica, convém lembrar que ela é meio e não fim da atividade científica.
A Estatística pode também conduzir à Anti-Ciência.
Exemplificando: afirmar que o cigarro, o tabagismo é a causa maior do câncer de pulmão, pois 60% das pessoas que fizeram câncer de pulmão eram fumantes, sem avaliarmos outras variáveis interveniente no processo específico de cada caso, poderá induzir a erros catastróficos. Deixando-se, por exemplo, de identificar a verdadeira causa do câncer de pulmão que é a Depressão, a mãe de todos os processos cancerígenos. Ignorando-se outras variáveis intervenientes como, poluição do ar por veículos de transporte, por gazes industriais; causas comportamentais; e a causa maior – como já foi enunciado – a Depressão.
Resultados estatísticos nem sempre levam a Identificação de uma ou mais leis que regem a Relação Causa-Efeito. Fazer Estatística nem sempre é, por conseguinte, fazer ciência.
Laboratórios sofisticados, estruturados entre quatro paredes ou experiências realizadas em definidos espaços geográficos, podem ser indispensáveis para a realização de determinadas pesquisas científicas; porém, não são obrigatórios nem indispensáveis para a realização de todas as experiências científicas, todas as pesquisas e estudos científicos a serem realizados por todas as ciências.
Cada Ciência precisa, sim, encontrar instrumentais adequados, mediante os quais possam ser identificadas as Leis que regem o funcionamento dos elementos constitutivos do seu Objeto próprio de Pesquisa e Análise.
Parapsicologia como Ciência
A Parapsicologia tem como primeiro objeto de seus estudos: identificar as Leis e Princípios que regem o funcionamento dos Fenômenos Paranormais. A pergunta fundamental da Parapsicologia – como Ciência – é, pois: Como funcionam, de fato,os fenômenos Paranormais?
Doutrinas e a Paranormalidade
Doutrinas Religiosas, Místicas e Filosóficas – ao longo dos séculos e milênios - sempre consideraram os Fenômenos Paranormais como manifestações de um mundo sobrenatural, Espiritual ou do Além. Como se o mundo do Além pudesse se intrometer na vida dos seres humanos sem ser convidado. Fala-se, inclusive, de Mundos Paralelos.
A Parapsicologia, enquanto Ciência, faz a pergunta:
- Como, de fato, FUNCIONAM os fenômenos Paranormais? Seriam realmente manifestações do Mundo do Além? Ou haveria uma explicação, aqui e agora, dentro de nosso tempo e espaço? capaz de esclarecer seu funcionamento?
- Haveria como identificar as Leis e Princípios – ainda desconhecidos – que regem a manifestação da Fenomenologia Paranormal?
- Seriam os Fenômenos Paranormais manifestações de uma Energia – ainda desconhecida pelos seres humanos – semelhante à Energia Elétrica que ao mesmo tempo, o raio ocultava e revelava?
As perguntas se multiplicam e os questionamentos se aprofundam.
Lendo diferentes estudos sobre a Fenomenologia Paranormal, percebia essas perguntas e questionamentos sendo feitos por diferentes autores, de forma mais ou menos direta ou presentes nas entrelinhas.
Eu, contudo, Pedro Grisa, filho da roça, em contato direto com a Natureza do Universo e dos Seres Vivos, oriundo de família pobre de descendência italiana, buscava resultados práticos que pudessem ajudar o maior número de pessoas, ajudar o povo simples. Permanecia eu, sempre isento de aspirações acadêmicas e catedráticas.
A comparação entre o Raio e a Fenomenologia Paranormal, a Energia Elétrica e uma possível Energia oculta, desconhecida, presente nas manifestações da Paranormalidade, eletrizou meus desejos de desvendar mistérios e descobrir as Leis e os Princípios que REGEM o Funcionamento dos Fenômenos Paranormais.
Identificar uma nova energia e, descobrir as Leis e Princípios de seu Funcionamento, abrindo novos horizontes à Espécie Humana, talvez superiores aos proporcionados pela Energia Elétrica, era desafio de quilate almejado por um Paranormal e Superdotado, ainda que filho da roça.
Modéstia que vá às favas, e a mesmice da Mediocridade que continue morando na casa dos mesquinhos.
Dr. Pedro A. Grisa Última atualização (Qua, 09 de Junho de 2010 11:39)
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